“Com isso, dá pra afirmar que a população brasileira acima de 18 anos - que são aproximadamente 160 milhões - estará vacinada até o final do ano de 2021. Uma esperança para pôr fim à pandemia de Covid-19”, disse Queiroga.
O Brasil adotou uma estratégia variada para levar vacinas aos brasileiros, explicou Queiroga. O acordo de parceria tecnológica feito pela AstraZeneca e pela Fiocruz permitirá a independência na produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) até 2022, o que garantirá autonomia para a produção contínua de vacinas em possíveis futuras campanhas de imunização e reforço.
De acordo com o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, a pasta ainda negocia a chegada de doses adicionais. “Esse quantitativo que o ministro indicou, de 1,5 milhão de doses, estamos trabalhando ainda para tentar algumas confirmações ainda essa semana para doses adicionais desse novo imunizante, que passará a integrar então o PNI (Programa Nacional de Imunização)”, afirmou.
Remessa adiada
Até a última semana, o Ministério da Saúde esperava receber um lote de 3 milhões de doses. Na sexta, no entanto, Marcelo Queiroga informou que a carga não chegaria e apontou "questões regulatórias" dos Estados Unidos como motivo para o atraso. Ao todo, o governo brasileiro comprou 38 milhões de doses da vacina da Janssen, que é aplicada em dose única.
Em março, quando o contrato foi anunciado, a previsão era a entrega de 16,9 milhões de doses no 3º trimestre e outras 21,1 milhões de doses no quarto trimestre de 2021. O contrato da Janssen prevê também o valor de US$ 10 por dose, e um pagamento US$ 95 milhões na primeira parcela.
Fonte:O Povo Online


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