Durante entrevista à rádio Jovem Pan News Fortaleza e ao portal GCMais, o pré-candidato afirmou que o convite foi feito enquanto Wagner ocupava a cadeira de deputado estadual, entre 2015 e 2018.
Quando eu era deputado estadual, a gente convivia com deputados do grupo e em várias ocasiões fui convidado; quando fui vereador de Fortaleza também, até pela relação de bastidores que tinha com os vereadores. A gente não acredita que uma mudança dessa, de 180 graus, possa gerar um fruto positivo para qualquer que seja o político. Por conta disso, continuo aqui na mesma posição.
Questionado sobre as ações necessárias na área da segurança pública do Ceará, Capitão Wagner propõe, se eleito governador, mudar o foco de atuação dos batalhões da Polícia Militar. Segundo ele, existe uma má distribuição do efetivo policial em todo o estado.
Sobre as articulações políticas para as eleições de outubro, o pré-candidato de oposição ao governo estadual disse que ainda não tem um nome definido para a vaga de vice na chapa, mas revelou ter preferência por uma mulher e que seja do interior do Ceará.
Em relação ao possível adversário na disputa pelo Palácio da Abolição, Wagner declara não escolher o opositor, que deve ser um dos 4 nomes apontados pelo PDT no estado: a governadora Izolda Cela, o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, o deputado federal Mauro Filho (PDT) e o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Evandro Leitão.
Fonte:GC Mais

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