segunda-feira, 9 de junho de 2014

Autógrafos dos jogadores ainda valem muito para fãs da Seleção



Nem tudo mudou no futebol. O autógrafo de um ídolo continua a valer como antigamente.

Quem é encabulado fica sem graça. 

“A pessoa chega com papel e você fica...”, revela Ramires, meio-campo da Seleção.

“Quando me pediram autógrafo eu não sabia o que escrever”, lembra Maicon, lateral da Seleção.

Os extrovertidos curtem muito.

“Eu ficava ensaiando. Quando eu ficar famoso, esse vai ser meu autógrafo. E começava a riscar lá nos cadernos todos”, conta Daniel Alves, lateral da Seleção.

Futebol, eles têm. Boa caligrafia... Nem sempre, né?

“A minha letra não é boa, né?”, confessa Fred, atacante da Seleção.

“Quando eu comecei a dar autógrafo eu era um desastre”, ri Willian, meio-campo da Seleção.

“Ah, eu já tive cada autógrafo muito estranho”, completa Fred.

Ídolo que é ídolo aplicado estuda em casa. O capitão Thiago Silva pediu à mulher, Isabelle, que sugerisse algumas formas de escrever Thiago Silva.

“E eu chegava em casa, tinha vários resultados diferentes, até que nós chegamos nesse Thiago Silva com uma volta”, mostra Thiago Silva, zagueiro da Seleção.

De ídolo pra fã, há décadas. E hoje, não estamos na era selfie? Soluções rápidas, fotos capazes de juntar ídolo e fã sem pedir favor a terceiros. Pro resultado seguir, instantaneamente, pra rede social. Facilidades de um mundo cada vez mais tecnológico.

E a caneta? E o papel? Dizem que isso é coisa passado. Enganam-se!

Em torno dos jogadores da Seleção, o "assina aqui, por favor" é parte do cotidiano. Mas nem sempre é no papel, nem sempre é na camisa...

Chuteiras em fila para ganhar o autógrafo e a benção de Hulk. Foi a última visita dele à escolinha que mantém para crianças pobres em Campina Grande, na Paraíba, onde nasceu. Hulk trocou autógrafos por emoção.

“Poder ajudar as crianças de família pobre é...”, diz emocionado Hulk, atacante da Seleção. 

Na própria seleção, existe a relação ídolo e fã. Um dia, o torcedor Bernard pegou caneta, papel e coragem e correu na direção de Fred.

“Peguei um autógrafo dele porque era muito fã dele”, conta Bernard, atacante da Seleção.

Quando a gente vê hoje um Neymar, um David Luiz atendendo longamente os torcedores, tem muito selfie, muita foto e muito autógrafo também. De onde se conclui que ter a assinatura, de próprio punho, de alguém famoso ainda vale muito.

FONTE:FANTÁSTICO

Nenhum comentário:

Postar um comentário