segunda-feira, 11 de agosto de 2014

"Trote do sequetro" faz vítima em Ipu: Por pouco mãe de família não fez transferência de 5 mil reais para conta de bandido

A nossa reportagem foi procurada pela cidadã ipuense, mãe de família conhecida, funcionária pública municipal da área de saúde, a senhora Ellene Marinho, residente na rua Coronel Pedro Aragão, no centro de Ipu-CE. 
Ellene Marinho foi vítima do chamado "trote do sequestro". Sábado que passou 02/08, ao atender uma ligação de número privado, sem observar direito se a ligação era desconhecida, Ellene ouviu do outro lado da linha como se fosse a voz de um de seus filhos implorando socorro, pois estaria em poder de sequestradores.

Depois do apelo do suposto filho sequestrado, o bandido começou a dá as ordens as coordenadas do que a senhora Ellene Marinho deveria fazer para que seu filho não fosse sacrificado. Exigiu que a mesma depositasse na conta do chefe da quadrilha a quantia de 5 mil reais, e não adiantou que a vítima argumentasse que não tinha todo aquele montante.

A esta altura o bandido, suposto sequestrador, já controlava as ações, estava tudo dominado. Porém surgiu nesse ínterim um jovem que manteremos sua identidade no mais absoluto sigilo, amigo do filho da senhora Ellen Marinho, usado como peça chave no golpe, que de maneira incontinente disse para a mãe do seu amigo se tratar de um trote, o que a principio não convenceu a mãe que já estava em choque e em desespero. 

A mesma ainda esteve na boca do caixa eletrônico pronta para efetuar a transferência, quando caiu em si e desligou o telefone. O bandido ainda voltou a ligar outras vezes, com o mesmo tom ameaçador, todavia, a essa altura todos já estavam cientes do paradeiro do jovem, que se encontrava na zona rural do Ipu, por isso que as ligações telefônicas que foram feitas para o mesmo, não completavam, haja vista, se encontrar em território sem sinal para telefone celular, o que aumentou ainda mais a angústia da mãe aflita.Portanto meus amigos, fica aqui o alerta através da narração deste caso ocorrido com uma cidadã ipuense esclarecida, mas que se viu diante de um labirinto, quase sem saída. A mesma enfatiza na entrevista: " Não Caia, não caia nesse tipo de ligação". 

Fonte:Repórter Francisco José

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