Os números traduzem bem por que Cristaldo será titular do ataque palmeirense nesta quarta-feira, diante do Nacional, do Uruguai, conforme antecipou o técnico Marcelo Oliveira, depois da goleada sobre o Capivariano. Antes terceira opção no elenco, o argentino tem se mostrado mais fatal do que Alecsandro e o paraguaio Lucas Barrios, ao menos neste início de temporada.
Até aqui, foram seis jogos (contra três de Barrios, que recentemente se machucou, e oito de Alecsandro), sendo quatro deles saindo do banco de reservas. Em 306 minutos em campo, ele balançou a rede três vezes - as três nos últimos três jogos (diante de Capivariano, Rosario Central e Ferroviária).
Na média, Cristaldo precisa, portanto, de 102 minutos para conseguir um gol. Alecsandro, que vinha iniciando as partidas antes dele, marcou quatro vezes em 490 minutos (um gol a cada 123 minutos). Já Barrios, tido como dono da posição no começo do ano, não fez nenhum gol em três atuações antes de ser atrapalhado por lesão.
Não é só isso. Quase seis quilos mais magro, segundo ele próprio, o argentino tem se mostrado mais combativo do que os outros dois na saída de bola adversária.
– O Cristaldo tem mais mobilidade, volta mais para ajudar na marcação também. Mas são três atacantes que fazem gols – comparou o meia-atacante Dudu, na terça-feira, véspera do confronto válido pela terceira rodada do Grupo 2 da Taça Libertadores.
Se Alecsandro jamais caiu nas graças da torcida palmeirense e Barrios tem jogado pouco (será desfalque por até mais quatro jogos por conta de convocação da seleção paraguaia), Cristaldo vai aproveitando a brecha. Surpreendente para quem esteve próximo de deixar o clube rumo ao futebol russo e era alvo de desconfiança em relação ao sobrepeso.
– No ano passado eu estava um pouco acima do peso. Se você não joga é difícil, mas agora estou me dedicando, provando outras coisas – afirmou o camisa 9, no domingo, mesmo dia em que foi elogiado e confirmado como titular por Marcelo Oliveira.
Na média, Cristaldo precisa, portanto, de 102 minutos para conseguir um gol. Alecsandro, que vinha iniciando as partidas antes dele, marcou quatro vezes em 490 minutos (um gol a cada 123 minutos). Já Barrios, tido como dono da posição no começo do ano, não fez nenhum gol em três atuações antes de ser atrapalhado por lesão.
Não é só isso. Quase seis quilos mais magro, segundo ele próprio, o argentino tem se mostrado mais combativo do que os outros dois na saída de bola adversária.
– O Cristaldo tem mais mobilidade, volta mais para ajudar na marcação também. Mas são três atacantes que fazem gols – comparou o meia-atacante Dudu, na terça-feira, véspera do confronto válido pela terceira rodada do Grupo 2 da Taça Libertadores.
Se Alecsandro jamais caiu nas graças da torcida palmeirense e Barrios tem jogado pouco (será desfalque por até mais quatro jogos por conta de convocação da seleção paraguaia), Cristaldo vai aproveitando a brecha. Surpreendente para quem esteve próximo de deixar o clube rumo ao futebol russo e era alvo de desconfiança em relação ao sobrepeso.
– No ano passado eu estava um pouco acima do peso. Se você não joga é difícil, mas agora estou me dedicando, provando outras coisas – afirmou o camisa 9, no domingo, mesmo dia em que foi elogiado e confirmado como titular por Marcelo Oliveira.

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