O Ceará segue com índice negativo quando o assunto é emprego. Pelo segundo mês seguido, o Ceará se mantém em queda enquanto o Brasil apresenta sinais de recuperação dos postos de trabalho.
De acordo com dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), divulgado nesta terça-feira (20) pelo Ministério do Trabalho, o número de demissões em maio no Ceará foi 2.940 maior que o número de contratações, o pior mês de maio para o estado desde 2003. Em 2016, o Ceará fechou maio com queda de 2.906 vagas. No Brasil, houve um saldo positivo de 34,2 mil vagas, conforme o Caged.
Em maio, a queda no número de empregos no Ceará foi puxada pelas demissões no setor de indústria da transformação (1.464 demissões a mais que contratações), comércio (-1.209), serviços (-881) e atividade extrativa mineral (-42).
Houve alta na construção civil (374), agropecuária (161), administração pública (116) e serviços industriais de utilidade pública (5).
Acumulado do ano no país
Os dados do governo mostram que, no acumulado de janeiro a maio, também houve abertura de vagas formais. Neste período, foram criadas 48.543 vagas com carteira assinada no país.
Segundo o Ministério do Trabalho, esse foi o melhor resultado para este período desde 2014 - quando 543 mil vagas formais foram abertas.
Nos quatro primeiros meses de 2015 e de 2016, respectivamente, foram fechados 243 mil e 448 mil empregos com carteira assinada.
Os números de criação de empregos formais do primeiro quadrimestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e abril. Os dados de maio ainda são considerados sem ajuste.
FONTE:G1/CE

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