sábado, 7 de dezembro de 2019

Floricultura gera quase 800 vagas de empregos e impulsiona economia na Serra da Ibiapaba

Trabalhar na cidade grande, como se diz no campo, já foi um grande negócio para muita gente. Hoje, porém, com a retração de investimentos, muitas empresas precisaram cortar custos para manter a rentabilidade, e a conta sobrou para o trabalhador. “Quando perdi o emprego, decidi voltar para a zona rural em busca de uma saída. Aqui, me inscrevi em um curso de floricultura e, logo após o estágio, fui contratada pela empresa”, conta Naiane Paiva, que hoje atua em uma empresa de produção de flores e plantas ornamentais em São Benedito, na região Norte do estado.

Diante do quadro de 12 milhões de desempregados identificados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), histórias como essa são ouvidas diariamente. No Ceará, o mercado de flores é um dos que mais cresce e abre oportunidades. De acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), o estado ocupa a oitava posição no ranking nacional e é também o quarto maior exportador. Só na Serra da Ibiapaba, por exemplo, foram criados 798 empregos diretos. Desses, os formais correspondem a 740 e os informais, que fazem parte da agricultura familiar, a 58.

“Nas últimas duas décadas, acabamos nos tornando um dos principais polos produtores do setor no Brasil. A Serra da Ibiapaba, onde está instalada a Escola de Flores do Ceará (Tecflores), concentra as maiores empresas e o maior núcleo de geração de emprego e renda”, explica Alexandre Maia, coordenador da área técnica do Instituto Agropolos do Ceará (IACE), que vai apresentar, na próxima terça-feira, dia 10, às 10h, no auditório da Reijers, um Panorama da Floricultura do Território da Ibiapaba.

Fonte:Diário do Nordeste

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