domingo, 2 de agosto de 2020

Casos de Covid-19 no Ceará chegam a 176.544; mortes já são 7.709

O Ceará chegou a 7.709 mortes em decorrência da Covid-19, com 176.544 casos confirmados, segundo dados da plataforma IntegraSUS, atualizada às 9h10 deste domingo (2). Já são 147.669 pessoas recuperadas da doença no Estado.

A plataforma indica que há ainda 593 mortes em investigação e 77.991 casos suspeitos. Já foram realizados 471.063 exames para detectar o novo coronavírus.

Fortaleza concentra 3.691 óbitos pela Covid-19, com 42.247 diagnósticos positivos. Os bairros mais periféricos da capital registram as maiores taxas de mortalidade da enfermidade. No bairro Conjunto Ceará II, na Regional V, a cada dez casos confirmados, mais de sete (73%) chegam a óbito, portanto, a maior taxa de letalidade pelo Sars-CoV-2, conforme a Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Fortaleza está na quarta fase do plano de reabertura econômica e, a partir de segunda-feira (3), shoppings e salões de beleza terão o horário de funcionamento estendido. De acordo com o Governador Camilo Santana, a permissão para aulas presenciais, que também estava prevista para a etapa quatro da retomada, não deve ocorrer antes de setembro.

Em seguida no número de casos está a cidade de Sobral, com 9.976 registros e 284 mortes. Em Juazeiro do Norte, no Cariri, o número de diagnósticos é de 9.543, com 220 óbitos pelo novo coronavírus.

Na Macrorregião de Fortaleza, Maracanaú contabiliza 5.356 casos confirmados e 233 mortes. Caucaia é a segunda cidade em óbitos pela doença, com 318 ocorrências e 5.041 diagnósticos positivos. Em Maranguape, que registra 4.086 casos, 106 pessoas não resistiram à Covid-19.

O número de casos do novo coronavírus também chama atenção nas cidades de Crato (3.277), Quixadá (2.894), Tianguá (2.642), Acaraú (2.470) e Itapipoca (2.258).

Veja outras informações da plataforma:

A taxa de ocupação das UTIs cearenses é de 74,3%;
A taxa de ocupação das enfermarias cearenses é de 38,43%;
A letalidade da doença no Estado é de 4,4%.

Os números apresentados pela Sesa são atualizados permanentemente. As mortes não foram contabilizadas no dia em que ocorreram, nem os casos, no dia dos primeiros sintomas, e sim, registrados conforme a liberação dos resultados de exames.

FONTE;G1/CE

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