Na terça-feira (18), o Ceará registrava 978.476 casos confirmados da doença; agora são 1.030.428. Ou seja, em quatro dias, foram confirmados 51.952 casos, uma média de quase 13 mil confirmações diárias. Esses índices refletem estudos clínicos de que a variante ômicron — que já é majoritária no estado, com cerca de 94% de presença nos testes positivos — é extremamente contagiosa.
Atualmente, o Ceará está em uma terceira onda da Covid-19. A informação foi confirmada pela Secretaria da Saúde do estado e é observada a partir de dados e gráficos da pasta no IntegraSUS. No entanto, o cenário é diferente das outras duas ondas: enquanto o número de casos confirmados sobe de forma abrupta, os índices de mortes crescem mais lentamente, o que garante uma baixa letalidade.
O Ceará é o sétimo estado a atingir o índice de 1 milhão de casos, conforme levantamento do consórcio dos veículos de imprensa. Veja os números de outras unidades da federação que ultrapassaram a marca:
- São Paulo (4.545.225)
- Minas Gerais (2.463.640)
- Paraná (1.780.013)
- Rio Grande do Sul (1.669.817)
- Rio de Janeiro (1.571.974)
- Santa Catarina (1.349.546)
- Bahia (1.308.146)
- Ceará (1.030.428)
Quase 25 mil mortes
A mais recente atualização do IntegraSUS também trouxe a adição de 15 novos óbitos provocados pelo coronavírus. Ao todo, já morreram em decorrência da Covid-19 no estado 24.996 pessoas. A Secretaria da Saúde investiga ainda 621 mortes suspeitas a fim de saber se foram causadas por complicações da infecção viral.
Considerando toda a pandemia, a média diária de óbitos é de 114 mortes a cada 24 horas. O índice é puxado pelas duas primeiras ondas da doença, nas quais os óbitos eram mais frequentes, especialmente em pessoas que estavam em grupos de risco.
| Ceará registra, considerando dados desde o início da pandemia, cerca de 114 mortes por dia provocadas pelo vírus. — Foto: Kid Junior/SVM. |
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