A lentidão das equipes para escapar da marcação e o excesso de erros de passe chamaram a atenção no começo. Com isso, houve pouca emoção e alternância no controle da posse de bola. A torcida paulista do Fla, que compareceu em pequeno número (4.579 pagantes para uma renda de R$ 157.555,00), tentou fazer sua parte para apoiar o mandante, mas o único instante de alegria, com a cabeçada certeira de Alecsandro, aos 20, foi rapidamente apagado pelo gol do adversário, quando Everaldo aproveitou rebote de Paulo Victor, no minuto posterior. O goleiro do Fla, que tomou a vaga de Felipe, ao menos até a Copa do Mundo, falhou na jogada.
Para uma análise tática mais aprofundada, o segundo tempo tempo ofereceu muito mais. A entrada de Negueba no lugar de Luiz Antonio deu dinamismo ao Rubro-Negro. Por outro lado, Vitor Júnior também apareceu algumas vezes para incomodar a defesa rubro-negra. O duelo ficou aberto - o Figueirense já havia acertado o travessão com Giovanni Augusto -, mas, aos poucos, o time passou a se limitar aos raros contragolpes. Assim, os cariocas exerceram uma pressão e tentaram pelo alto, por baixo... até que uma bicicleta cinematográfica de Alecsandro tinha o canto esquerdo como endereço, mas parou na ponta dos dedos do goleiro Thiago Volpi. Era a indicação de que a bola não iria mesmo entrar. E só restava lamentar.
Fonte:G1/ESPORTE

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